quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

ENCONTROS E CAMINHOS -LANÇAMENTO DO LIVRO

14 19:46

“Encontros e Caminhos” propõe educação ambiental transformadora

    Paulo de Araújo/MMA
    Boff: ameaça de "eventos extremos"
    Boff: ameaça de "eventos extremos"
    Terceiro volume da série traz artigos que servem de inspiração e qualificação

    TINNA OLIVEIRA

    “A educação tem que incluir duas novas dimensões: a do cuidado e da responsabilidade”, instigou frei Leonardo Boff, um dos autores do terceiro volume da publicação colaborativa “Encontros e Caminhos”, coletânea de artigos sobre temas socioambientais lançada nesta terça-feira (25/02), na Câmara dos Deputados, em Brasília. O livro traz vários artigos e experiências de um grupo renomado de educadores.

    Boff discorreu sobre os atuais desafios e problemas enfrentados pelo planeta. Citando “eventos extremos”, como o aquecimento global e a devastação da biodiversidade, defendeu que a educação ambiental é uma das portas de entrada mais importante para o tema ecológico e para uma transformação social. “O destino comum nos conclama a um novo começo e isso requer uma nova mente, um novo coração e uma nova visão das coisas”, afirmou, chamando a atenção para a responsabilidade coletiva e um novo modo de vida realmente sustentável. 

    REVOLUÇÃO

    A socióloga e militante feminista Moema Viezzer também corroborou que o homem precisa se colocar como parte da natureza e trabalhar em prol de um mundo mais igualitário. “A grande revolução da educação é quando todos nós nos consideramos aprendizes e educadores”, disse. Em seu artigo, que também faz parte do livro, aborda as relações de gênero associadas à educação socioambiental. 

    A roda de conversa do lançamento do livro também contou com a participação do psicólogo Ricardo Burg, que escreveu sobre a questão indígena, do ambientalista Franklin de Paula Júnior, que falou sobre governança hídrica, e da ‎gerente da Divisão de Educação Ambiental na Itaipu Binacional Silvana Vitorassi que mostrou o programa de educação ambiental da empresa.

    A publicação é fruto da parceria do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), composto pelos Ministérios do Meio Ambiente e da Educação, com o apoio da Itaipu Binacional. Na ocasião, o diretor do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Nilo Diniz, também lançou a quarta edição do livro do Programa Nacional de Educação Ambiental, formada por marcos legais e normativos. Em breve, os livros estarão disponíveis no site do MMA.

    terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

    CRISE DE RECURSOS NATURAIS

    Consultoria Carbon Trust destaca que companhias já entendem que a água e outros bens naturais estão ficando cada vez mais escassos, mas salienta que ainda são poucas as que estão transformando seus modelos de negócios.
    Já há muito tempo é sabido que os recursos do planeta são finitos e que o desafio de se adequar a uma nova realidade de queda na oferta de matéria-prima e de possíveis interrupções na cadeia de suprimentos ficará cada vez maior.
    Porém, essa conscientização, que já teria alcançado um nível alto entre as empresas, ainda não se traduziu em ações, e poucos são os líderes empresariais que estão enxergando a escassez de recursos como uma oportunidade e não uma crise.
    Essa é uma das conclusões do relatório “Opportunities in a resource constrained world: How business is rising to the challenge” (algo como Oportunidades em um mundo de recursos escassos: Como os negócios estão enfrentando o desafio), divulgado na semana passada pela consultoria britânica Carbon Trust.
    De acordo com o documento, existirá, por exemplo, uma lacuna de 40% entre as reservas de água disponíveis e a necessidade de consumo em 2030. Outros recursos, como certos minérios utilizados em produtos de alta tecnologia, ficarão escassos ainda antes, já em 2016.
    “Para proteger nossa economia, nosso meio ambiente e os recursos disponíveis para as futuras gerações, precisamos que as empresas de hoje reconheçam a seriedade dessa ameaça e adaptem seus modelos de negócios”, afirmou Tom Delay, presidente da Carbon Trust.
    A consultoria entrevistou 475 companhias de cinco países e constatou que 69% delas possuem algum tipo de programa de sustentabilidade. No entanto, 40% das pesquisadas classificaram seus esforços como “reativos”, ou seja, esperam o problema surgir e depois atuam para resolvê-lo. Para piorar, apenas 5% das empresas estão confiantes na qualidade de seus programas e se consideraram líderes em sustentabilidade.
    “Nosso relatório mostra que as empresas que proativamente estão colocando a sustentabilidade em suas operações têm o potencial de valorizar seus negócios e reduzir a vulnerabilidade à escassez dos recursos”, explicou Delay.
    Oportunidades
    Apesar de criticar a lentidão do mundo corporativo em transformar seus modelos de negócio, a maior parte do relatório é dedicada às boas práticas já existentes e que podem servir de exemplo para quem quiser explorar as oportunidades de uma economia mais sustentável.
    Uma das corporações citadas é a BT, uma das maiores empresas de comunicação do planeta, presente em 170 países. Através de programas de sustentabilidade, a BT conseguiu, desde 2011, reduzir as emissões de gases do efeito estufa de suas operações em 44% e de sua cadeia de fornecedores em 15%, e diminuiu em 40% a sua produção de resíduos. Ao mesmo tempo, registrou uma queda de 14% em seus custos operacionais.
    Outro destaque é a Whitebread, maior cadeia de hotéis e restaurantes do Reino Unido, que emprega 43 mil pessoas e atende mais de 22 milhões de clientes por mês em 2.500 estabelecimentos.
    Segundo a Carbon trust, a iniciativa “Good Together” (algo como Bons Juntos) da Whitebread promoveu a redução de 23% nas emissões, 22% no consumo de água e aumentou em 93% a reciclagem de resíduos. Mesmo com os investimentos necessários para realizar essas ações, os lucros da empresa em 2013 aumentaram 14%.
    “Ao se diferenciarem da prática comum no mercado, as empresas mais sustentáveis conseguem aumentar sua competitividade e fortalecer sua marca”, afirma o relatório.
    A Carbon Trust acredita que, ao buscarem ser mais eficientes, as companhias estão se posicionando de forma vantajosa em um planeta em que os recursos estão ficando escassos. Assim, podem tirar proveito das oportunidades que outras empresas não enxergam ou não têm condições de atender.
    “A grande mensagem do relatório é que é benéfico de várias maneiras para as empresas se tornarem mais resilientes aos problemas ambientais e climáticos. Melhorar a eficiência no uso de recursos é bom para a reputação e se reflete de forma quase automática em ganhos reais”, concluiu Delay.
    * Publicado originalmente no site CarbonoBrasil.
    (CarbonoBrasil) 

    DICA DE SUSTENTABILIDADE

    Dica de Sustentabilidade – Seja gentil!

    Altos, baixos, negros, brancos, mestiços, crianças, jovens e idosos. A raça humana tem pluralidade de cores, tamanhos e estilos. Povos de culturas e valores distintos que partilham dos mesmos recursos para viver.

    Somos ao todo sete bilhões de habitantes e temos direitos e deveres perante a sociedade. São os chamados valores universais, os pilares da convivência entre cidadãos de todo o mundo.

    Para viver bem é preciso respeitar os valores individuais sem ferir os coletivos. O segredo é tratar com igualdade, independente da cor, raça, religião, condição social ou opção sexual. É possível conciliar todas essas premissas e ainda fazer bem ao meio ambiente.

    Confira abaixo algumas dicas e tenha uma postura mais gentil.

    – Seja solidário

    Compartilhe com o outro algo que você tem em excesso. Desta forma você pratica a solidariedade e evita o consumo desnecessário dos recursos naturais.

    – Faça uma boa ação

    Caminhe quando as distâncias forem curtas e combine carona com os amigos e colegas de trabalho ou escola. Assim você ajuda a diminuir a quantidade de veículos nas ruas, minimizando a poluição e melhorando a mobilidade da sua cidade.

    – Seja voluntário

    Reserve ao menos um dia da semana para prestar um serviço à sua comunidade. Apoie, por exemplo, iniciativas contra o desmatamento e de proteção aos animais.

    – Respeite os espaços públicos

    Cuide bem do seu bairro e de sua cidade. Mantenha as praças e calçadas limpas e em bom estado. Preservar os espaços públicos é garantir o seu lazer e da sua comunidade. (Envolverde)

    quarta-feira, 27 de novembro de 2013

    BOAS PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM ALTÔNIA

    Boas Práticas de Educação Ambiental

    Criar, Recriar e brincar – Reciclar é Preciso.
    Este é o projeto da professora Maria Edicléria de Santana que trabalha com alunos da Escola Municipal Professor Rubens Tessaro em Altônia.
    Os alunos se sentiram motivados a reciclar embalagens em brinquedos muito criativos. 
    Parabéns aos alunos, pais e professores que ajudaram nesta tarefa! Uma boa opção para o Natal que está chegando.
    Confira nas fotos:

    Um abraço da Professora, educadora e gestora municipal de Educação Ambiental em Altônia PR,

    Janete Silva Hackl






    terça-feira, 26 de novembro de 2013

    ITAIPU VIABILIZA CURSO DE FORMAÇÃO - AMBIENTAL/EDUCAÇÃO FINANCEIRA

    Formação em Educação Financeira é oferecida pela Itaipu Binacional aos gestores de Educação Ambiental nos 29 municípios da BP3.

    Itaipu viabiliza o Curso de Formação em Educação Financeira.

    Mais um avanço da Divisão de Educação Ambiental em parceria com a Diretoria Financeira da Itaipu Binacional que se preocupa com a sustentabilidade no planeta.

    O Curso foi realizado no Centro Treinamento Lar – Medianeira/Missal e ministrado por Altemir Carlos Farinhas, conhecido e respeitado como autoridade pelo seu amplo conhecimento e experiência no mercado financeiro. Ele orientou os participantes sobre como poupar, onde investir, como evitar gastos desnecessários e deu algumas dicas de como economizar, investir e trabalhar com seu próprio dinheiro.

    Ter equilíbrio financeiro é indispensável, pois interferem nos relacionamentos pessoais, na família, no ambiente de trabalho e na saúde física e mental e pode ocorrer quando menos esperamos, causando sérios problemas de saúde como ansiedade, alteração de humor, depressão, cefaléias e outros.

    No entanto, Planejamento Financeiro é responsabilidade de todos que moram debaixo de um teto. A falta de Equilíbrio Financeiro, afeta a família, o bairro, a cidade, o estado e sucessivamente a sociedade vai adoecendo.

    Educação Financeira é um movimento das ações da Itaipu fazendo um link com a Educação Ambiental, pois todos têm que caminhar juntos. A Educação Financeira tem que ser aplicada desde criança, nas escolas.

    Investir na educação financeira das pessoas e oferecer mecanismos de aprendizagem para que todas tenham a oportunidade de aprender a conduzir suas finanças pessoais de forma equilibrada e com competência suficiente para melhorar a sua qualidade de vida e das pessoas ao seu redor.

    O consumo sem planejamento é o Vilão. As pessoas descartam tudo sem pensar no amanhã e o planeta fica sem opção. Neste sentido a Itaipu Binacional iniciou este trabalho com gestores de educação ambiental, que posteriormente, após avaliação dos gestores será desenvolvida nos vinte e nove municípios da Bacia do Paraná 3.

    Um abraço da Gestora de Educação Ambiental
    Janete Silva Hackl